Observar o vale e fixar o olhar no olival é um antigo exercício mediterrânico que dá frescura e alguma sombra aos olhares quentes das gentes de Sicó. As paisagens de olival antigo e, mais recentemente, de novos terrenos a olival plantado a rigor, conferem a certeza de que no calcário a oliveira é uma das poucas espécies que consegue criar raízes como ninguém.
O seu processo é um caminho de sofrimento: a monda da oliveira, a apanha, a arte dos lagares salgando a azeitona, moendo-a, depois o aperto nas prensas e, por fim o azeite.
Na serra de Sicó ainda se encontram alguns lagares com este processo tradicional de fabrico, contudo, cada vez mais se aposta nas novas tecnologias que permitem outras soluções ambientais e também nas novas soluções de produção e comercialização com engarrafamento próprio.
Associado a este processo surgiram mais recentemente os produtores engarrafadores, que nos permitem colocar no mercado um azeite biológico certificado, de sabor único, com controlo de qualidade adaptado às exigências dos consumidores.
O azeite serra de Sicó acompanha a tradição da gastronomia que se pratica na sub-região: o cabrito e o borrego de Sicó, os doces tradicionais, "as lagaradas" com bacalhau e batatas assadas no lagar, regados a azeite na época da sua fabricação.
O azeite Serra de Sicó é ainda essencial para a conservação dos enchidos, em potes de barro, bem como para o Queijo Rabaçal que, depois de curado, surge no mercado em pequenos frascos com azeite e ervas aromáticas. Para saboreá-lo é necessário: um pedaço de pão, um prato de azeite, e depois molhar e provar... simples e saboroso como todos os sabores da Serra de Sicó.
Azeite de características qualitativas intrinsecamente ligadas à região comprovando-se a ligação inequívoca entre a qualidade do azeite e os factores naturais e humanos da sua região de origem - Terras de Sicó, património paisagístico e cultural único.
Azeites obtidos do fruto Olea Europeia L., por processos unicamente mecânicos, de azeitonas das variedades Galega, provenientes de olivais localizados no maciço de Sicó, com um máximo acidez de 0,8% para o azeite virgem extra e 1,5% para o azeite virgem. São azeites ligeiramente espessos, muito frutados, com cor amarela ouro, por vezes ligeiramente esverdeada, com um sabor e qualidade organoléptica inigualável.
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Azeites Parreirão
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João Simões Dias
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