Percurso P3 "ROMARIA À SRA. DO CIRCO"
Percurso P3 "ROMARIA À SRA. DO CIRCO"
Guia QUERCUS - Percursos na Serra de Sicó

Local de início e final de percurso: Museu Monográfico de Conimbriga

  • 24 kmDistância
  • CircularTipo de percurso
  • 3 hDuração
  • 395/36 mAltitude máx/min
  • Médio/ElevadoEscala de Dificuldade FCMP (I a V)
  • Todo o anoÉpoca Aconselhada
Levantamento do percurso (GPS Pathfinder)
Levantamento do percurso (GPS Pathfinder) 
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Numerosas aldeias atravessam-se no nosso caminho durante este percurso.
O encantador e original Moinho do Outeiro ainda resiste como um paradigma das actividades tradicionais que o êxodo rural condena à extinção.
Do cimo da Sr.ª do Circo é possível avistar até muito longe. Em dias claros vê-se a Figueira da Foz e o mar.
Este percurso tem início junto ao Museu Monográfico de Conimbriga. Percorremos o parque de estacionamento até darmos a volta toda e, um pouco antes de chegarmos ao ponto por onde entrámos, continuamos por uma estrada de terra batida do lado direito. Para isso descrevemos uma curva apertada em cotovelo. Este caminho passa por trás do Museu.
Um pouco à frente, uma sebe acompanha-nos pelo lado direito. Esta termina logo abaixo (aqui existe uma pequena placa de metal) e continuamos em frente, começando a descer em direcção ao canhão fluviocársico do rio dos Mouros.
Mais uma curva para a esquerda (em cotovelo) e agora a estrada de terra batida segue a direito, sempre a descer.
Pouco depois atingimos a ponte sobre o rio onde, só durante os dias de inverno ou mais chuvosos, se vê alguma água corrente.
Aqui encontram-se algumas espécies vegetais como os  salgueiros, freixos e também figueiras. Este canhão está densamente coberto de vegetação.
Segue-se uma pequena subida, mas íngreme, após a qual a estrada torna-se plana. Mas logo esta sobe de novo, suavemente.
Vêem-se pelo caminho alguns eucaliptos, carvalhos-cerquinhos, pinheiros-mansos e bravos, oliveiras e ciprestes.
Para a nossa direita fica o canhão do rio dos Mouros e o planalto de Conimbriga. Também se vê um olival deste lado da estrada.
Um pouco à frente chegamos a um cruzamento com outra estrada de terra. Para a direita esta continua para a aldeia de Ameixeira. Seguimos pela esquerda, ao longo de um pinhal de pinheiro-bravo.
Passamos por duas cortadas à esquerda que se embrenham no pinhal. Continuamos pela direita, subindo ligeiramente.
A vegetação arbustiva é dominada por urze-branca, pilriteiros, troviscos, medronheiros, salsaparrilha, alguns carrascos e poucos rosmaninhos.
Um pouco acima passamos por um povoamento de eucaliptos, rodeado de pinheiros-mansos.
Depois do eucaliptal voltam os pinheiros-mansos, os pilriteiros, os carrascos, os troviscos e os medronheiros. Também se vêem algumas oliveiras de pequeno porte.
Ao chegarmos a uma bifurcação em “Y”, continuamos pela esquerda.
Logo depois desta bifurcação o coberto arbóreo diminui, dando lugar aos arbustos e ficamos com boas vistas para a esquerda, para o vale do rio dos Mouros. Vale agora mais aberto, ao contrário das margens escarpadas e verticais um pouco a jusante. Muitos carrascos pela vertente abaixo. O caminho deixa de subir e estabiliza.
Também se vêem muitas roselhas.
Na encosta oposta existe uma mata de pinheiros-mansos.
Ao longo do caminho que percorremos o mato é muito denso mas junto à estrada crescem alguns zambujeiros.
Pouco depois surgem mais eucaliptos.
Na encosta contrária, o pinheiro-manso dá lugar a uma vegetação mais arbustiva.
Do nosso lado direito, foram erguidos alguns socalcos, ou muros de pedra, utilizados para estabilizar os solos e prevenir a erosão. Actualmente, estes campos, que serviram para a prática da agricultura e do pastoreio, encontram-se abandonados e completamente cobertos pela vegetação.
Começamos a descer e a vegetação agora ainda mais rasteira permite-nos observar, mais abaixo, o curso do rio e pequenos olivais marginais. Aqui também se instalaram alguns povoamentos de eucaliptos.
Erguemos os olhos para a encosta e verificamos um acentuado problema de erosão, que originou uma mancha cinzenta na paisagem, onde já não cresce vegetação alguma.
À nossa direita os carrascos não superam um metro de altura.
Chegamos ao fundo do vale, junto ao rio, que nos acompanha durante algumas dezenas de metros.
Um pouco à frente, junta-se ao nosso caminho um outro vindo da direita. Continuamos em frente, logo a subir e o rio afasta-se para a esquerda.
Existem vários olivais, campos de cultivo, pastagens e vinhas ao longo deste rio, denunciando a proximidade de uma aldeia.
A estrada vai subindo e descendo suavemente e é ladeada, pela esquerda, por carvalhos-cerquinhos e, pela direita, ao longo da encosta, por oliveiras dispersas.
Vê-se por entre os carvalhos e as oliveiras a aldeia do Poço.
Começamos a subir para descer finalmente para a aldeia. À direita o olival sobe a encosta íngreme.
Entramos na aldeia, desembocando num largo asfaltado, com um engenho utilizado para puxar água, do lado esquerdo, agora fora de uso. Em frente a este engenho situa-se um lavadouro público.
Continuamos pela direita, passando por uma pequena capela. Logo à frente, atravessamos a ponte.
Sempre por estrada asfaltada, começamos a subir até chegar a uma bifurcação.
Seguimos pela direita.
Um pouco acima atingimos um cruzamento e vamos novamente para a direita, em direcção a Fonte Coberta.
A estrada de asfalto desce suavemente.
Do nosso lado direito, olivais, vinhas e campos agricultados. Do lado esquerdo, pela encosta acima, um pinhal de pinheiro-manso.
Logo à frente o olival adensa-se do lado direito. Também deste lado vemos um pequeno núcleo de pinheiros-mansos.
Logo depois de uma curva, surge, ao fundo, a aldeia de Fonte Coberta.
Vê-se, mais longe, a cordilheira da Serra da Lousã que sobe para a esquerda até ao Trevim.
Um pouco abaixo atravessamos uma ponte de um arco, em pedra, por cima do rio dos Mouros.
Continuamos sempre por asfalto.
Entramos na aldeia. Campos cultivados, árvores de fruto (nogueiras, por exemplo).
Percorremos uma rua estreita com casas muito descaracterizadas.
Logo depois deixamos a aldeia.
Olival do lado esquerdo. Também ciprestes plantados junto à estrada, do mesmo lado.
Um pouco depois, do lado direito, vê-se a elevação de Maria Pares (364 m). Em frente ergue-se o monte onde se erigiu o Castelo do Rabaçal (apenas com uma muralha de pé), a 367 m de altitude.
As encostas do lado direito da estrada encontram-se desarborizadas.
Um pouco à frente começamos a ver os telhados das casas do Zambujal.
Do lado direito da estrada vêem-se alguns núcleos de ciprestes. Logo a seguir atingimos o cruzamento com a estrada 347-1. Continuamos pela direita e logo a seguir viramos à esquerda, seguindo por uma estrada de terra batida que desce suavemente.
Do lado esquerdo desta estrada cresce um alto sobreiro acompanhado por carvalhos-cerquinhos e carrascos.
Seguimos ao longo de um muro, empilhado do lado direito.
De vez em quando surgem zambujeiros.
Logo abaixo, do lado direito, um pequeno carvalhal ainda resiste como uma ilha no oceano.
Continuamos a descer.
Passamos por uma cortada à direita que sobe.
O Zambujal vê-se em frente e atravessamos, logo abaixo, uma ponte de pedra assente em vários pilares – sobre o rio dos Mouros.
Logo após a ponte, uma bifurcação.
Seguimos pela esquerda, subindo. Junto a uma casa moderna, entramos no asfalto. Rua estreita.
Vamos em frente e depois continuamos pela direita, subindo. Encontramo-nos no meio da aldeia.
Vêem-se muitas construções modernas misturadas com as antigas.
Outra vez pela direita, passamos por um largo onde existe um pequeno estabelecimento comercial (café). Seguimos à esquerda e começamos a descer, sempre em frente até ao largo da igreja. Este largo é ensombrado por alguns plátanos.
Descemos pela direita, em bom piso asfaltado. Mais abaixo passamos junto ao cemitério onde medram uns ciprestes tão altos que se podem divisar desde muito longe.
Passamos por vinhas e olivais.
Do lado esquerdo divisam-se o castelo do Rabaçal e o Jerumelo (409 m)
Chegamos ao cruzamento com a estrada do Rabaçal e continuamos à direita. Logo à frente subimos pela esquerda em direcção a Serra de Janeanes.
Um pouco acima, do lado esquerdo da estrada vêem-se muitos ciprestes plantados e mais acima pinheiros-bravos.
Nestas encostas encontram-se muitos focos de erosão.
Ao chegarmos ao cimo, os olivais estabelecem-se de um lado e doutro da estrada.
Voltamos a subir e logo após uma curva para a esquerda vemos a aldeia de Serra de Janeanes.
Alguns eucaliptos do lado de cima da estrada.
Junto à igreja, na bifurcação à entrada da aldeia, continuamos pela direita, subindo, primeiro em asfalto e logo depois em pedra de calçada.
Rua estreita por entre o casario.
Logo depois passa a terra batida e continua a subir.
Alguns eucaliptos do lado esquerdo, ao longo do muro.
Um pouco acima, quando o caminho deixa de subir, surge uma disfarçada cortada à esquerda, que descreve uma curva apertada. Seguimos por aí.
Logo depois atingimos o Moinho do Outeiro.
O moinho de vento giratório do Outeiro deve toda sua originalidade ao facto da sua estrutura (predominantemente de madeira de carvalho) assentar sobre duas rodas de pedra que rodam sobre um círculo também de pedra, tendo como fulcro um espigão cravado na base da frente. Com a ajuda de uma tranca, este engenhoso mecanismo permite que o moleiro desloque o moinho consoante a direcção das brisas incertas que lhe são mais favoráveis.
Outrora este tipo de moinhos eram bastante comuns ao longo do litoral Centro-Norte do país, mas actualmente constituem autênticas relíquias provavelmente fadadas à extinção.

Daqui de cima desfrutam-se de óptimas vistas.
Voltamos para trás, descendo, pelo mesmo caminho, até atingirmos a estrada inicial.
Continuamos pela esquerda.
Logo à frente surge uma bifurcação e seguimos  de novo pela esquerda.
O caminho segue por entre dois muros.
Do nosso lado esquerdo vê-se a Sr.ª do Circo.
À nossa frente o Cruto e a Serra de Alconcere.
Eucaliptal à nossa frente.
Sempre pela mesma estrada acabamos por, um pouco à frente, atravessarmos a mancha de eucaliptos.
Um pouco depois, após mudarmos de encosta, atravessamos outro eucaliptal.
À frente os muros terminam junto a uma lagoa ao cimo da subida.
Deste ponto vemos, à nossa esquerda, a Sr.ª do Circo, o Casmilo e o cemitério, e, à direita, o Cruto.
Continuamos por uma descida ampla em direcção a uns eucaliptos e logo abaixo apanhamos uma estrada mais marcada e ladeada por dois muros. Continuamos a descer. Vêem-se alguns carvalhos.
Uns metros abaixo surge um telheiro do lado esquerdo.
Ao continuarmos a descer vão surgindo as hortas, protegidas por oliveiras e figueiras.
Logo depois entramos no asfalto e na aldeia de Furadouro.
Do lado esquerdo uma imponente oliveira situa-se por cima de uma eira.
Descemos em direcção à igreja. Seguimos à esquerda atingindo a estrada principal. Viramos de novo à esquerda e logo à frente descemos pela direita.
Continuamos pelo fundo do vale, sempre em estrada de asfalto.
Ainda se pratica alguma agricultura junto à aldeia.
Carvalhal à direita, na encosta, a seguir aos terrenos agricultados.
Logo à frente a estrada cruza o vale para a direita e começa a subir.
Carrascal de um lado e do outro.
Continuamos a subir e vemos mais acima, no final do vale com hortas e carvalhos marginais, a aldeia de Casmilo e as escarpas onde esta assenta.
Um pouco acima atingimos outra estrada que continua pela direita.
Seguimos pela esquerda, ainda a subir e entramos logo depois no Casmilo.
Viramos numa rua à direita, junto à paragem do autocarro e ao cruzeiro.
Continuamos pela direita até sairmos da aldeia, entrando num caminho de terra que desce ligeiramente. Surgem mais campos agricultados.
Vemos a Sr.ª do Circo mesmo à nossa frente.
Logo depois, numa bifurcação, seguimos pela direita, subindo em direcção à serra.
Muitas oliveiras queimadas nesta encosta.
Para a direita fica a aldeia do Casmilo.
Pouca vegetação – carrascos e roselhas, pouco mais.
Subida muito íngreme e cheia de gravilha.
Mais acima atingimos a estrada de asfalto. Para a esquerda o recinto fechado do santuário, encostado ao marco geodésico.
Deste ponto alto podemos observar, se nos situarmos de frente para o portão, as aldeias de Casmilo e de Furadouro do lado esquerdo. Para a direita os campos baixos, inúmeras localidades, o Baixo Mondego e um pouco mais longe, o litoral.
Este espaço é constituído por uma capela moderna, um altar exterior e no meio do recinto, um pequeno altar de pedra, muito antigo, outrora utilizado em outros tipos de culto.
Pinheiros ao lado da estrada.
Ainda para a esquerda, ao longe, a Serra do Espinhal.
Daqui também se vê o Moinho do Outeiro, onde estivemos à pouco.
Descemos pela estrada de asfalto.
A encosta está praticamente desprovida de vegetação. O pastoreio local também não facilita o crescimento das plantas.
Uma plantação de eucaliptos situa-se um pouco abaixo.
Muitos muros.
Vê-se também um “cancro” habitual na paisagem das serranias calcárias – uma pedreira.
Chegamos a um cruzamento.
Continuamos a descer pela esquerda, em terra batida. A estrada passa da parte de baixo do eucaliptal.
Ficamos com vistas amplas para a direita.
Passamos por baixo de uma linha de alta tensão.
Carvalhos-cerquinhos pequenos e zambujeiros ao longo da encosta.
Um pouco abaixo seguimos por uma cortada à direita, passando, mais à frente, pela parte de cima da pedreira.
Alguns pinheiros, sanguinho-das-sebes, etc..
Vamos percorrendo a encosta e um pouco à frente começamos a descer para um vale. Surgem algumas hortas.
A vegetação aumenta: oliveiras, carvalhos, muitos carrascos, sanguinhos-das-sebes e também alguns eucaliptos.
Logo depois de atingirmos o fundo do vale a estrada começa a subir e vamos deixando este para trás.
Mais acima, à nossa frente, surge o Cruto e a Serra de Alconcere.
Pouco depois começamos a descer em direcção à estrada principal, de asfalto, que se vê mais abaixo.
Quando a atingimos, podemos ver em frente algumas construções da aldeia do Furadouro.
Continuamos agora pela esquerda, descrevendo uma curva apertada e entramos no asfalto.
A estrada desce ligeiramente mas logo sobe.
Um pouco acima, passamos por uma cortada à direita, para Peixeiro.
Seguimos em frente e pouco depois começamos a descer. Logo abaixo passamos outra cortada à direita onde uma placa indica Peixeiro.
Mais abaixo surgem povoamentos de eucaliptos, quer de um lado quer do outro. Aparecem algumas habitações do lado direito da estrada e, logo abaixo, chegamos à povoação de Arrifana. Esta localidade está muito descaracterizada do ponto de vista arquitectónico.
Ao chegarmos a um cruzamento continuamos pela direita.
Vêem-se laranjeiras e campos de cultivo.
Um pouco à frente, após o sinal de aproximação de estrada com prioridade, entre a fonte e a pequena capela, viramos à direita e continuamos pelo casario de Salgueiro.
Nespereiras, nogueiras, figueiras e oliveiras protegem as culturas do sol quente e das intempéries.
Atravessamos o rio dos Mouros, por cima de uma ponte.
Subimos, sempre em asfalto.
Passamos por uma pequena pedreira do lado esquerdo, abandonada.
Um pouco acima chegamos à Ameixeira, uma pequena localidade.
Logo depois atingimos um largo.
Continuamos pelo asfalto, virando à esquerda, ao fundo do largo.
Ao passarmos alguns campos agricultados, chegamos a uma bifurcação. Vamos pela direita e saímos do asfalto passando para terra batida. Ciprestes junto à estrada. Muro de um lado e do outro.
As oliveiras estão sempre presentes bem como os campos de cultivo.
Pinhal de pinheiro-manso e bravo.
Seguimos sempre em frente, desprezando as cortadas que vão surgindo. No final de uma pequena subida, ficamos com boas vistas à esquerda para Condeixa-a-Velha  e o planalto de Conimbriga.
Alguns troviscos aparecem a marginar a estrada.
Um pouco à frente atingimos uma bifurcação. Continuamos pela esquerda, em direcção a Conimbriga, numa estrada que desce até ao rio dos Mouros, onde este escavou um canhão. Depois da ponte esta sobe até atingir o museu e contorna-o pela direita até ao parque de estacionamento.