No seu Plano de Actividades Plurianual, a TERRAS DE SICÓ tem orientado a sua estratégia nos seguintes eixos de intervenção:
Perspectivando uma nova dinâmica, é intenção da Terras de Sicó consolidar o trabalho dos eixos referenciados e potenciar um conjunto de novos desafios. Assim, os projectos imaginados para o novo horizonte temporal de intervenção são os seguintes:
Desenvolvimento do protocolo institucional de cooperação recentemente assinado com o Museu Monográfico de Conímbriga para implementação do Centro Difusor Terras de Sicó no espaço gerido pelo Museu com os seguintes objectivos específicos:
Lançamento do estudo "Villas Romanas" - um desafio intermunicipal, um destino turístico - com os seguintes objectivos: avançar com um estudo de investigação, consolidado por uma equipa com curriculum reconhecido na matéria, no sentido de identificar no território um conjunto de "villas romanas" (uma a duas por município), a somar ao eixo Conimbriga-Rabaçal-Santiago da Guarda, constituindo a base de um projecto intermunicipal de desenvolvimento turístico - destino turístico - para promoção das Terras de Sicó e da Região Centro de Portugal, confirmando e geo-referenciando os sítios dos territórios de Conimbriga e Sellium, através de prospecção geofísica e arqueológica, com recurso a tele-interpretação e culminando na escavação e valorização dos sítios, determinando os horizontes cronológicos e processos de câmbio da região, ao longo do domínio romano. A segunda fase será objecto de uma candidatura do território ao novo QREN, potenciando o território como um destino turístico.
Desenvolvimento de um projecto multimédia, através de PDA’s, para a mobilidade do turismo cultural no território com três circuitos já definidos, podendo integrar outros de escala mais concelhia:
Implementação da grande rota 26 já homologada - percurso pedestre - com 9 itinerários já em fase de levantamento, aplicação de sinalética e publicação de guias por itinerário em 4 línguas.
Conclusão do arquivo fotográfico digital (5000 fotos) com todo o património natural, arqueológico e construído, bem como das actividades tradicionais do nosso mundo rural. Terá "marca de água" Terras de Sicó e deverá ser disponível aos sócios de forma facultativa e a outras instituições e particulares, mediante negociação de créditos.
Implementação de uma rede de lojas em todo o território para comercialização dos produtos agro-alimentares, do artesanato e merchandising associado à marca SICÓ.
O projecto visa renovar a participação de um stand institucional da Terras de Sicó nos certames concelhios (um por concelho a designar) e, caso a caso, em feiras e exposições de âmbito regional, nacional e internacional, verificada em cada caso a oportunidade e os meios financeiros disponíveis. Este ano participámos na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL 2007) e pretendemos assegurar uma participação em eventos de cada Município associado bem como em outros destinos.
Em colaboração com a Liga de Amigos de Conímbriga, pretende a Terras de Sicó elaborar um primeiro curso piloto de formação de guias turísticos regionais, plasmando-o no território, assegurando a direcção pedagógica e científica da Universidade de Aveiro, para que o seu conteúdo curricular seja reconhecido pela tutela e demais entidades com atribuições e competências no sector. Paralelamente temos como objectivo o fomento de empresas que no mercado possam colocar futuros serviços nesta área.
Subsidiariamente ao projecto "Villas Romanas", no eixo Conímbriga, Rabaçal, Santiago da Guarda, Rominha, Coles de Samuel e Santiago de Litém, preparar um projecto de parque temático associado à romanização para promoção turística, envolvendo os Municípios, associando ao projecto o protocolo recentemente celebrado com o Museu Monográfico de Conímbriga, abrigando também nesta proposta a iniciativa do Município de Condeixa-a-Nova - "Conímbriga 2020".
Desenvolvimento do estudo para a constituição de um parque temático, usando aplicação "benchmarking" americana já identificada com o envolvimento do Município de Pombal, preparando um projecto de parque temático associado à presença de dinossauros (vestígios existentes) para promoção turística, somando a ideia da ligação territorial dos continentes e, por complemento, um projecto no Poio dos vestígios da presença pré-histórica, convivência do homem moderno com o Neanderthal, promovendo a criação de um espaço-museu.
Com o envolvimento do Município de Soure, apoiar a criação de um complexo turístico Termal nas antigas termas da Amieira com o patrocínio da API (Agência Portuguesa para o Investimento), constituindo um projecto termal para promoção turística.
A Associação Terras de Sicó, no âmbito da sua missão de apoio à promoção turística e cultural da sua área de intervenção, em parceria com os seis Municípios que constituem o território Sicó, o Ayuntamiento de Zamora e a Fundación Rei Afonso Henriques, levam a cabo todos os anos as jornadas Mágicas de Sicó - Festival Internacional de Magia de Rua. Trata-se de uma mostra interactiva dedicada à Arte Mágica com a participação de grandes nomes da magia mundial, sendo compostas por 85 representações que têm lugar, ao longo de 3 dias em 65 locais diferentes, repartidos pelos seis concelhos que constituem o território Sicó em simultâneo, que nasce irmanado com as Jornadas Internacionales de Magia de Zamora, que, há catorze anos, se realizam naquela cidade espanhola.
Com o apoio da DRAPC propomo-nos, a partir do trabalho iniciado com o PI da Medida 8 do Agris, conceber um Plano Integrado de valorização agrícola “agro-business” para as freguesias do vale do Arunca, hierarquizando um conjunto de projectos e identificando uma carteira de potenciais investidores para apresentar ao novo Plano Regional do Ministério da Agricultura, preparando investimento para o desenvolvimento rural.
Aproveitando o estudo I&D da DRAPC/AGRO de recuperação de solos calcários degradados, utilizando pastagens, visando o incremento da produção de leite de ovelha na área do queijo Rabaçal, é intenção da Terras de Sicó protocolar com a DRAPC e proprietários/gestores de baldios na serra de Sicó este projecto, no sentido de ampliar o estudo e permitir que os agricultores/produtores de queijo tenham acesso a esses novos espaços a criar, garantindo a produção de leite em quantidade para desenvolvimento do sector.
Transformar a actual unidade de produção de queijo Rabaçal numa unidade de produção dinamizadora do sector agro, creditando-lhe novas valências para a colocação no mercado de novos produtos de fileira agro-business (projecto-piloto), criando espaço para a produção de outros produtos, sendo, também, unidade técnica para o sector do mel e do azeite, entre outras soluções.sector.
O projecto visa convidar a hotelaria e um ou dois restaurantes por concelho (sobretudo os de iniciativa municipal) a terem permanentemente em substituição da tradicional ementa turística, a ementa "SICÓ RURAL" tendo como base a experiência recente nas duas últimas feiras do queijo Rabaçal e na EXPOSICÓ 2007. Associar o cabrito e o borrego, o vinho "Terras de Sicó", o mel e o queijo Rabaçal, o azeite, a doçaria tradicional, os frutos secos... será um cartaz permanente de promoção e útil, economicamente, para os produtores e suas organizações. Já em curso e também no âmbito do protocolo com o Museu Monográfico de Conímbriga, a ementa está disponível no espaço/restaurante do Museu Monográfico.
Em projecto conjunto entre a Terras de Sicó e a Escola Tecnológica, Artística e Profissional de Pombal (ETAP), visa trabalhar a fileira das ervas aromáticas e medicinais com coordenação efectiva, técnica e científica na escala do território, implementado um projecto no espaço da ETAP denominado "Horto-Sicó" construindo um espaço público com todas as espécies catalogadas da flora da Serra de Sicó para futura visita e promoção.
É na soma destas iniciativas que esta proposta se insere. Reunir as diferentes vontades e imaginar um plano de promoção da flora de Sicó que tenha assumidamente a dupla dimensão de valorização do território, mas também a rentabilização económica para a sua continuidade.
Em parceria com a ETAP (protocolo institucional) pretendemos constituir uma equipa técnica e científica de trabalho que desenvolva a produção no "horto" referido de espécies autóctones da Serra de Sicó para comercialização e promoção do território. Como objectivos específicos é intenção colocar à disposição de escolas e outras entidades o "horto" já implementado para divulgação da Serra de Sicó e sua flora, criar um centro de produção de espécies autóctones para comercialização junto de entidades públicas e particulares e constituir no médio-prazo, a partir desta iniciativa, uma empresa de reinserção social que assegure a produção e comercialização para o mercado emergente, bem como a promoção de iniciativas de valorização das plantas aromáticas e medicinais.
A articulação com os Municípios do território num plano de intervenção nos espaços públicos a identificar (um espaço por Município - 1ª fase) para a sua requalificação enquanto espaços flora Sicó é proposta a assegurar bem como a obrigatoriedade nos regulamentos por parte dos Municípios junto das empresas de construção para prever nos seus projectos espaços de flora Sicó.
Constituição de um grupo de trabalho centrado na Terras de Sicó, que com a parceria das Associações de Produtores Florestais do território a convidar para o projecto, possa em conjunto apresentar um Plano de Trabalho à Administração Central com suporte num estudo técnico, que programe nos seis concelhos uma estratégia de intervenção na fileira florestal, valorizando o sector enquanto actividade económica, identificando também um plano de reflorestação que tecnicamente traga uma solução para o flagelo dos fogos florestais.
A título de exemplo, a fixação de uma central de biomassa no território (parceria pública/privada) com o apoio do Centro de Biomassa para a Energia – projecto a recuperar da antiga AMDR Centro - e a organização de acções de sensibilização ambiental junto das escolas, serão acções decisivas para a implementação do projecto. O projecto deverá envolver directamente a participação dos Srs. Governadores Civis dos distritos de Coimbra e Leiria, adicionando aqui a componente Protecção Civil.
Elaborar e implantar um projecto-piloto de sequestro de carbono, com o apoio das Associações Florestais da área de intervenção e uma Associação da Região de Amparo, no Brasil, que neste momento são quem tem mais Know How neste tipo de projecto, desenvolvido em duas fases distintas:
O principal objectivo deste projecto é a valorização e promoção da floresta, nomeadamente na Gestão e Certificação Florestal. Seria também um instrumento de esclarecimento de gestão e transformação, prevenção de perigo de incêndio, e de reflorestação.
Um novo projecto que a Terras de Sicó assumiu é a promoção do território enquanto "zona atractiva para o investimento", promovendo os parques industriais por Município com o patrocínio destes, através de uma plataforma digital na Internet denominada www.where-to-invest-in-portugal.com, articulando-a também e caso a caso com o projecto da plataforma logística do Porto da Figueira da Foz.
No quadro da NUT II - Região Centro - entender na plataforma a Terras de Sicó como uma sub-região solidária para projectos de investimento, assentando, contudo, na matriz dos seis Municípios o acesso directo à informação e promoção, subsidiariamente também disponível para esta Associação com o acordo dos seis, particularmente o relatório anual de competitividade territorial dos Municípios.
Cada Município identificará o máximo de 3 áreas industriais para promoção (equilíbrio a ponderar pela dimensão de cada um) bem como serviços de apoio, identificando um responsável técnico para a prestação de informação e acompanhamento em ligação permanente com um técnico da Terras de Sicó.
A Terras de Sicó assegurará no seu portal um link específico de promoção dos parques industriais colocados na plataforma e estabelecerá contactos permanentes com a equipa da plataforma logística do Porto da Figueira da Foz, consolidando a parceria emergente.
A Terras de Sicó, enquanto entidade acreditada no território para a gestão do Programa LEADER+, tem vindo a coordenar e a gerir esta iniciativa comunitária desde 1995 (LEADER II), sucedendo à antiga ADSICÓ – Associação de Municípios da Serra de Sicó, responsável pela gestão do LEADER I. Pretende a promoção do desenvolvimento local e regional na sub-região da Serra de Sicó, a gestão de projectos e programas de desenvolvimento e o apoio técnico a actores e instituições locais, participativa e adequada às especificidades locais, tudo isto de forma a potenciar acções de apoio ao desenvolvimento do tecido económico, dos recursos endógenos específicos, não esquecendo o saber e a cultura local que identificam e caracterizam toda a região de Terras de Sicó.
Pretendemos com a nossa estratégia:
O Programa LEADER+ é um instrumento que permite experimentar outras abordagens de intervenção no espaço rural, respeitando a dimensão ambiental, económica, social e cultural dos territórios rurais.
O LEADER+ sublinha a importância das populações locais tomarem consciência do valor dos seus territórios, da riqueza das suas identidades e da qualidade das suas paisagens e nesta perspectiva apontam para a necessidade de se criarem condições para a aquisição de competências e intervenção activa dos actores locais nos seus territórios.
Estando em fase de conclusão, a Terras de Sicó tem em preparação um novo Business Plan para esta iniciativa enquadrada no QREN. A abordagem ao novo programa Leader terá como pressupostos o quadro normativo em discussão pública, o território definido e as novas linhas estratégicas. A Terras de Sicó pelo seu passado encontra-se em situação preferencial para tornar a ser a entidade acreditada no território para a sua futura gestão, pelo que já iniciámos uma primeira versão do novo Business Plan, sujeito, obviamente, a discussão posterior com os parceiros de referência e demais entidades nacionais e regionais com futuras atribuições e competências na sua validação.
Constituir um Centro de Informação e Documentação para disponibilizar à população em geral e outros sectores específicos (escolas, empresas, instituições, etc) um espaço de estudo do território na óptica do desenvolvimento regional e local, disponibilizando informação sobre a nossa actividade e os projectos em curso. O espaço deverá permitir também o acesso às novas tecnologias de informação, funcionando como “espaço multimédia” I&D para o conhecimento. Tecnicamente será coordenado pela equipa da Terras de Sicó, podendo estabelecer protocolos com outras instituições para dinamizar a sua dinâmica e ampliar a sua valência.
A Terras de Sicó irá desenvolver até Setembro de 2007 um Plano de Negócios para o território com os seguintes pressupostos e prioridades:
Antecipando o fim das ajudas comunitárias a fundo perdido, a Terras de Sicó deverá criar soluções alternativas para continuar a estratégia de apoio às iniciativas do território. O objectivo central é a mobilização e coesão social criando actividade e emprego, dando à sub-região em geral e à Terras de Sicó em particular uma imagem de dinâmica e modernidade.
Neste sentido, A Terras de Sicó irá constituir com os Municípios associados e o Crédito Agrícola do território uma empresa denominada SICOGEST, que entre outras tarefas terá como tarefa a gestão da marca “SICÓ”, a promoção do território enquanto produto turístico e assumir um braço financeiro para projectos intermunicipais de interesse estratégico para o território.
Neste projecto inclui-se a constituição de um fundo de Empréstimo ou um Fundo de Garantia, concedendo empréstimos de honra, sem garantias e com uma bonificação total de juros, para apoiar empresários e empresas financeira e economicamente viáveis, que se enquadrem nos objectivos estabelecidos pela Terras de Sicó para a sub-região.
O projecto visa estabelecer um protocolo de parceria activa com as Escolas Tecnológicas e Profissionais do território, no sentido de estudar novos cursos e novas propostas de formação, atendendo ao projecto de desenvolvimento integrado do território e suas necessidades de mão-de-obra qualificada.
Um curso na área da enologia é um exemplo que poderá ser um factor de melhoramento da produção dos vinhos Terras de Sicó. Um curso na área da hotelaria e restauração qualificaria os serviços, melhorando a oferta junto da clientela turística.
A Terras de Sicó soube sempre interpretar uma posição de equilíbrio responsável entre a defesa dos interesses locais e a participação constante em outras esferas de âmbito regional, nacional e internacional, - avaliamo-nos em Jornadas e Congressos temporalmente! - construindo um modelo que hoje é objecto de estudo e, sobretudo, parceiro preferencial em acções e projectos de desenvolvimento. A Terras de Sicó passou assim a deixar de representar um esforço com repercussões locais e regionais para se integrar numa rede organizada e sólida com condições para afirmar um modelo criativo e participado de intervenção no Mundo Rural.
Neste sentido, tem vindo ao longo do seu tempo de trabalho a privilegiar a cooperação nacional e internacional, dinamizando e sendo parceira em projectos decooperação com regiões nacionais, europeias e da América do Sul para partilha de experiências (Ex: sudoeste europeu – Interreg e Brasil).
O projecto visa uma parceria com a Federação Minha Terra e com as ADL associadas, tendo em vista o desenvolvimento de actividades de promoção e valorização do desenvolvimento local. Prevê-se a sua conclusão no final do último trimestre de 2007.
Com este projecto pretende-se estabelecer formas regulares de cooperação entre as oito ADL's da Beira Litoral, com o objectivo de desenvolver um conjunto de actividades de dinamização e promoção dos territórios e produtos, bem como contribuir para a qualificação dos recursos humanos das ADL's.
Este projecto enquadra-se na estratégia de desenvolvimento turístico para o território, partilhando experiências com outros territórios, visando a qualificação dos programas de Turismo activo das regiões aderentes, através de acções experimentais ligadas à consultadoria, implementação de sistemas de qualidade, promoção (site, catálogos, folhetos, participação em feiras, visitas técnicas e outras acções promocionais), ensaio de produtos seleccionados, concepção de marca, logótipo e registos, entre outras.
No âmbito do projecto Cooperar em Português pretende-se desenvolver um conjunto de acções que promovam a transferência de conhecimentos e de práticas nos diferentes territórios lusófonos. Trocas de informações, acções de sensibilização e de demonstração, realização de estágios, encontros e intercâmbios, concepção e elaboração de produtos de cooperação e a promoção territorial dos recursos são algumas das linhas de trabalho. Neste contexto, a Terras de Sicó conseguiu recentemente estabelecer um acordo de importação dos nossos produtos endógenos para o Brasil com uma empresa de Santos, projectando a oferta preferencial ao mercado brasileiro, prevendo a colocação dos mesmos em vários espaços comerciais da baixada santista e, no curto-prazo, também em São Paulo e Campinas, proposta a ter início durante o terceiro trimestre de 2007.
Com este projecto pretendem-se definir novas estratégias de valorização do vinho mediante o fomento da indústria do turismo. Conta como parceiros os grupos espanhóis do Consorcio Sierra Oeste e a Associação de Aracove e, de França, com a associação Pays Vignoble Gaillacois. Particularmente no caso da Terras de Sicó, entendemos que este projecto se cruza com as acções de formação profissional no âmbito da AIBT do Pinhal recentemente promovidas para o sector e, nesse contexto, para além das acções comuns que desenvolveremos com os parceiros do projecto, iremos elaborar um "Manual de boas práticas no sector vitivinícola".
Parceiros Institucionais:
Parceiros Territoriais:
O objectivo principal do projecto PORTA NATURA é o de ajudar a combater o escasso dinamismo económico dos territórios do interior. A promoção dos recursos turísticos constitue o principal dispositivo para atingir este objectivo. Esta promoção passará pela criação de ferramentas de gestão, tomando em maior consideração as necessidades dos actores e dos consumidores. Este projecto desenvolve-se na Comunidade Autónoma de Castilha e Leão para Espanha, as regiões Auvergne e Limousin e uma parte das regiões Midi-Pyrénées e Languedoc-Roussillon para França e a Região Centro para Portugal.
Numa primeira fase, foi realizado um estudo aprofundado das procuras turísticas dos consumidores europeus, assim como dos recursos turísticos dos territórios das regiões envolvidas. Posteriormente, foram seleccionados vários locais piloto para serem desenhados modelos de organização e de gestão da produção turística que possam dar uma melhor resposta à procura real do mercado.
Pretendeu-se, assim, a realização e implementação de um modelo de organização e de gestão da oferta turística adaptada aos novos espaços de produção e de apresentação, para que sejam alcançados os quatro objectivos específicos do projecto:
Este projecto visa permitir um melhor posicionamento no mercado turístico das regiões envolvidas e a constituição de uma massa crítica de produtos novos que desenvolva um produto turístico de qualidade introduzindo novos modelos de gestão do espaço. Espera-se, igualmente, que os intercâmbios de experiências originem a constituição de uma rede de actores locais deste mercado no Sudoeste Europeu.
A ADSICÓ primeiro e agora a TERRAS DE SICÓ, desenvolvem em cada tarefa interna uma auto-avaliação nas acções e projectos em curso no âmbito das suas reuniões de Direcção e equipas técnicas, estabelecendo a cada momento linhas estratégicas e objectivos a cumprirem.
Na avaliação do trabalho, é nosso entendimento proporcionar a avaliação no quadro externo à própria instituição, realizando jornadas e congressos de reflexão no território com a participação de agentes e instituições externas ao nosso processo de desenvolvimento, registando um conjunto de directrizes e novas tarefas a cumprir, que temos vindo a adoptar de forma regular.