Durante a subida e para o lado direito observamos a estrada 110 para Penela e continuando a perscrutar a paisagem, vemos ao longe a Serra da Lousã (o Trevim e o St. Ant.º da Neve) e o seu prolongamento para Sul.
Em primeiro plano uma vasta extensão de pinheiro-manso e pinheiro-bravo, que encontramos também ao longo da subida.
Também observamos a aldeia de Alcabideque, à frente. Mais para a direita Beiçudo e Casal Novo. À medida que vamos subindo, as árvores vão sendo mais escassas.
Os últimos metros da subida são muito íngremes.
Atingimos a cumeada. Os matos cobrem este solo.
Erguem-se várias elevações nas proximidades, a Sul: o Moinho do Outeiro (377 m) com a alta antena e o seu moinho de vento giratório; para a sua direita ergue-se o santuário da Sr.ª do Circo (406 m) e mais perto de nós os marcos geodésicos de Cruto (356 m) e de Pega (326 m).
Subimos mais um pouco. Do lado esquerdo, logo abaixo da estrada, alguns pequenos carvalhos. Recuperaram após um antigo incêndio.
Abundam os carrascos, roselhas, tojos e herbáceas.
Atingimos o ponto mais alto e começamos logo a descer, agora com vistas em frente para Condeixa-a-Velha e Nova.
Logo após efectuarmos uma curva para a direita e depois de passarmos os eucaliptos, ficamos com melhores vistas para Condeixa, o Museu e a Mata da Bufarda (do lado esquerdo).
À direita de um monte à nossa frente, Alcabideque.
Os medronheiros começam a surgir e aumentam em número e tamanho à medida que descemos. Surgem os pinheiros-mansos.
Também se vêem pinheiros-bravos, troviscos e sanguinho-das-sebes.
A vegetação torna-se densa.
O estradão inclina-se para a direita, aproximando-nos da estrada para Penela.
No final da descida seguimos para a esquerda em vez da direita.
Ciprestes, eucaliptos, carvalhos-cerquinhos.
Um sobreiro do lado esquerdo indica-nos a aproximação de um cruzamento.
Subimos pela esquerda. Muita vegetação margina a estrada, quase “sufocando-a”. Sanguinho-das-sebes, madressilva, carvalhos-cerquinhos, medronheiros, pilriteiros, carrascos, sobreiros, ciprestes e pinheiros-mansos.
Um pouco acima chegamos a outra bifurcação. Continuamos em frente, sempre a subir. Mais acima a estrada aplana. Vêem-se mais pinheiros-mansos e bravos. Alguns medronheiros atingem os três metros de altura.
Algum tempo depois atingimos outro cruzamento. Continuamos pela direita, descendo.
A vegetação mantém-se, aumentam os pinheiros-mansos.
Mais abaixo surge um eucaliptal do lado direito.
Mantemo-nos sempre na mesma estrada que desce em direcção ao Museu.
A certa altura algumas azinheiras tombam por cima da estrada, quase formando um túnel.
Só para sua orientação, esta parte do percurso progride paralelamente ao rio dos Mouros, afastado de nós poucas dezenas de metros à esquerda.
Surgem os olivais quando o caminho aplana e passamos a ter um muro alto do lado direito.
Logo depois a estrada termina nas traseiras do Museu. Pela direita atingimos o parque de estacionamento.
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