A mata da Bufarda, ou Alfarda, foi um dos motivos da permanência de variados povos (com destaque para os romanos, pelos importantes testemunhos arqueológicos que nos legaram) que habitaram estas aprazíveis paragens, devido, sobretudo, à diversidade de animais e plantas que abrigava, proporcionando recursos alimentares e materiais de construção.
Apesar de actualmente os seus maiores valores naturais se encontrarem bastante empobrecidos e ameaçados, é ainda uma das mais significativas manchas florestais da região de Sicó, albergando magníficos exemplares de medronheiros, sobreiros, pinheiros-mansos e carvalhos-cerquinhos.
De carácter sazonal, o rio dos Mouros, cujas águas correm apenas nas épocas mais chuvosas, acompanha-nos durante metade do percurso. Inicialmente com vertentes abruptas, os declives vão-se “suavizando” à medida que progredimos.

Carta Militar de Portugal, folha n.º 251 – Condeixa-a-Nova, publicada pelo Instituto Geográfico do Exército. Escala 1:25 000.
Levantamento do percurso efectuado recorrendo à utilização do Sistema de Posicionamento Global (GPS Pathfinder), com o apoio da Escola Superior Agrária de Coimbra

Extensão: Cerca de 7 Km.
Tipo: Circular.
Variação altitudinal: 225 m, variando entre a quota mínima de 60 m e a máxima de 285 m.
Declives: Moderados.
Grau de dificuldade: Fácil.
Duração: Cerca de 3 horas.
Local de início e final de percurso:
Início: Museu Monográfico de Conimbriga.
Final: Museu Monográfico de Conimbriga.
Faixa etária recomendada: Dos 12 até cerca dos 60 anos, dependendo da condição física.
Período recomendado: O ano todo.
Idóneo para: Pedestre, bicicleta, cavalo. |